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Quarta-feira, 19 de Julho de 2006

SAUDE SAUDE 01

Abraço, Associação de apoio a pessoas com VIH/SIDA

 

Primeiros socorros

Secção: Doenças Sexualmente Transmissíveis

Autor: Dr. Fernando Gomes da Costa

 

As doenças sexualmente transmissíveis desde sempre afectaram a Humanidade.
Frequentemente causadoras de epidemias mais ou menos graves, responsáveis por muitas mortes, as doenças sexualmente transmissíveis foram e são também factor determinante de doenças crónicas de vários sectores do organismo, de infertilidade, impotência e frigidez.

Antigamente era a sífilis que atormentava milhões de seres humanos e era símbolo de doença para toda a vida ou de morte inexorável.
Hoje em dia, e embora a sífilis continue a causar morte e doenças crónicas em muitas partes do mundo, a SIDA e a Hepatite B tornaram-se as mais ameaçadoras doenças que o sexo pode transmitir.

É destas e de algumas outras doenças sexualmente transmissíveis que aqui vamos tratar. Apenas iremos referir aquelas que são mais frequentes e mais graves.

 

Embora pouco conhecida do público em geral, manifestam-se, só nos Estados Unidos, 3 a 4 milhões de casos por ano. É uma doença muito perigosa, uma vez que frequentemente não tem sintomas e, por isso, evolui sem tratamento: em cerca de 75% das mulheres e 25% dos homens, não existe qualquer queixa inicial.
 
Uma das mais frequentes doenças sexualmente transmissíveis, (popularmente conhecida por "esquentamento"), pode causar Doença Inflamatória Pélvica em cerca de 40% das pessoas não tratadas. Pode também causar esterilidade.
 
Existe uma vacina, mas não há cura para a doença quando instalada. Pode causar cancro do fígado.
 
Dolorosa e episódica. Pode ser tratada, mas não tem cura definitiva e tem tendência a repetir-se.
 
Cerca de 33% das mulheres estão contaminadas com este vírus, que pode causar cancro do colo do útero e do pénis, para além de desconforto e dores intensas a nível genital.
 
Pediculose Púbica      
Transmitida por um tipo de piolho específico (Phthirus pubis), esta doença é popularmente conhecida como "chatos".
 
São todos eles termos para designar aquela que já foi chamada "a doença do século". Actualmente é a 6ª causa de morte entre os jovens na América e Europa. A infecção pelo vírus é, actualmente, fatal a mais ou menos longo prazo.
 
Não tratada, pode levar a lesões graves do cérebro e do coração, ou mesmo à morte.

 

 


Algumas consequências das doenças sexualmente transmissíveis:



  • Chlamydia (5920 leituras) Imprimir
  • Gonorreia (6068 leituras) Imprimir
  • Hepatite B (4140 leituras) Imprimir
  • Herpes (6753 leituras) Imprimir
  • Papilomavírus Humano (5902 leituras) Imprimir
  • Pediculose Púbica (Chatos) (3114 leituras) Imprimir
  • SIDA (8175 leituras) Imprimir
  • Sífilis (5224 leituras) Imprimir
  • Doença Inflamatória Pélvica (5057 leituras) Imprimir
  • ABC da SIDA (3812 leituras) Imprimir

  • Hepatite C

    Sinônimos:

    amarelão; derrame de bile;

    O que é?

    É uma inflamação do fígado causada pelo Vírus da Hepatite C (HCV).

    Como se adquire?

    Situações de risco são as transfusões de sangue, a injeção compartilhada de drogas e os acidentes profissionais.

    Portanto, podemos nos contaminar com o vírus da Hepatite C ao termos o sangue, as mucosas ou a pele não íntegra atingida pelo sangue ou por secreção corporal de alguém portador do HCV, mesmo que ele não se saiba ou não pareça doente.

    A transmissão sexual do HCV não é freqüente e a transmissão da mãe para o feto é rara (cerca de 5%). Não são conhecidos casos de transmissão de hepatite C pelo leite materno. Apesar das formas conhecidas de transmissão, 20 a 30% dos casos ocorrem sem que se possa demonstrar a via de contaminação.

    O que se sente e como se desenvolve?

    Diferentemente das hepatites A e B, a grande maioria dos casos de Hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda ou, se ocorrem, são muito leves e semelhantes aos de uma gripe. Já há tratamento para a fase aguda da Hepatite C, diminuindo o risco de cronificação. Por isso pessoas suspeitas de terem sido contaminadas merecem atenção, mesmo que não apresentem sintomas.

    Mais de 80% dos contaminados pelo vírus da hepatite C desenvolverão hepatite crônica e só descobrirão que tem a doença em exames por outros motivos, como por exemplo, para doação de sangue. Outros casos, aparecerem até décadas após a contaminação, através das complicações: cirrose em 20% e câncer de fígado em 20% dos casos com cirrose.

    Como o médico faz o diagnóstico?

    Na fase antes do aparecimento das complicações, exames de sangue realizados por qualquer motivo, podem revelar a elevação de uma enzima hepática conhecida por TGP ou ALT. Essa alteração deve motivar uma investigação de doenças hepáticas, entre elas, a Hepatite C. A pesquisa diagnóstica busca anticorpos circulantes contra o vírus C (Anti-HCV). Quando presentes, podem indicar infecção ultrapassada ou atual. A confirmação de infecção atual é feita pela identificação do vírus no sangue, pelo método da Reação da Cadeia da Polimerase (PCR RNA-HCV). Com a evolução, aparecem alterações de exames de sangue e da ecografia (ultrassonografia) de abdome.

    Muitas vezes o médico irá necessitar de uma biópsia hepática (retirada de um fragmento do fígado com uma agulha) para determinar a grau da doença e a necessidade ou não de tratamento. São realizados também a detecção do tipo de vírus (genotipagem) e da quantidade de vírus circulante (carga viral), que são importantes na decisão do tratamento.

    Como se trata?

    Nos raros casos em que a hepatite C é descoberta na fase aguda, o tratamento está indicado por diminuir muito o risco de evolução para hepatite crônica, prevenindo assim o risco de cirrose e câncer. Usa-se para esses casos o tratamento somente com interferon por 6 meses.

    O tratamento da Hepatite Crônica C vem alcançando resultados progressivamente melhores com o passar do tempo. Enquanto até há poucos anos alcançava-se sucesso em apenas 10 a 30% do casos tratados, atualmente, em casos selecionados, pode-se alcançar até 90% de eliminação do vírus (Resposta Viral Sustentada). Utiliza-se uma combinação de interferon (“convencional” ou peguilado) e ribavirima, por prazos que variam de 6 a 12 meses (24 a 48 semanas). O sucesso do tratamento varia principalmente conforme o genótipo do vírus, a carga viral e o estágio da doença determinado pela biópsia hepática.

    Pacientes mais jovens, com infecção há menos tempo, sem cirrose, com infecção pelos genótipos 2 e 3 e com menor carga viral (abaixo de 800.000 Unidades/mL) tem as melhores chances de sucesso. O novo tipo de interferon, chamado interferon peguilado ou “peg-interferon” é uma alternativa que vem alcançando resultados algo superiores aos do interferon convencional especialmente para portadores do genótipo 1 e pacientes com estágios mais avançados de fibrose na biópsia.

    Os efeitos indesejáveis (colaterais) dos remédios utilizados em geral são toleráveis e contornáveis, porém, raramente, são uma limitação à continuidade do tratamento. A decisão de tratar ou não, quando tratar, por quanto tempo e com que esquema tratar são difíceis e exigem uma avaliação individualizada, além de bom entendimento entre o paciente e seu especialista.

    Novas alternativas terapêuticas vêm surgindo rapidamente na literatura médica. Além de novas medicações, a adequação do tempo do tratamento a grupos de pacientes com características diferentes poderá melhorar ainda mais os resultados alcançados com as medicações atualmente disponíveis. Estudos vêm mostrando que, para alguns pacientes, com características favoráveis, tempos mais curtos de tratamento possam ser suficientes, enquanto que pacientes com menor chance de resposta e, possivelmente, aqueles que não responderam a tratamentos anteriores, possam se beneficiar com tempos maiores de tratamento.

    Como se previne?

    A prevenção da hepatite C é feita pelo rigoroso controle de qualidade dos bancos de sangue, o que no Brasil, já ocorre, tornando pequeno o risco de adquirir a doença em transfusões. Seringas e agulhas para injeção de drogas não podem ser compartilhadas. Profissionais da área da saúde devem utilizar todas as medidas conhecidas de proteção contra acidentes com sangue e secreções de pacientes, como o uso de luvas, máscara e de óculos de proteção. O uso de preservativo nas relações sexuais com parceiro fixo não é indicado para prevenção da transmissão da hepatite C.

    Os riscos

    O tabaco é o principal responsável pelo cancro do pulmão e uma das principais causas de doenças cardiovasculares em Portugal e nos países industrializados. O progressivo aumento de mulheres fumadoras tem inclusivamente feito com que o cancro do pulmão esteja prestes a ultrapassar em número de casos aquele que era até agora o principal cancro na mulher: o da mama. Só nos Estados Unidos são atribuíveis ao tabagismo mais de 400.000 mortes por ano. O fumo do tabaco contem mais de 4.000 substâncias diferentes, entra as quais avultam como sendo particularmente perigosas a nicotina, o alcatrão e o monóxido de carbono.

    A nicotina faz com que determinadas substâncias sejam libertadas na corrente sanguínea levando a uma aceleração do ritmo cardíaco, para além de causar uma constrição (aperto) das artérias, especialmente das coronárias que são as artérias fornecedoras de sangue ao coração. É essa uma das razões por que existe nos fumadores uma tendência marcada para o enfarte do miocárdio. A nicotina é ainda o principal causador da adição (viciação) do tabaco. Considera-se que uma pessoa está dependente do tabaco quando fuma mais que um maço por dia ou se sente necessidade de fumar logo na primeira hora após acordar. O alcatrão é extremamente irritante para os pulmões e está na origem do risco de cancro do pulmão.

    A dependência do tabaco pode ser para algumas pessoas mais forte que a dependência da heroina ou cocaína. Por exemplo, depois de um ataque cardíacos, só cerca de metade dos fumadores atingidos deixa de fumar...

    O monóxido de carbono presente no fumo diminui a quantidade de oxigénio transportada pelo sangue e lesa o interior dos vasos sanguíneos levando ao aparecimento de aterosclerose, com o consequente risco de ataque cardíaco.

    O tabaco aumenta ainda a percentagem de triglicerídeos e de colesterol prejudicial ao organismo, aumentando o risco de aparecimento de trombos na circulação.

    Segundo a American Lung Association um fumador que consuma uma média de dois maços por dia tem um risco 100% maior de vir a sofrer de doença cardíaca que um não-umador. Ao deixar de fumar, esse risco desce para apenas 30%.

    O tabaco está ainda ligado à diminuição de resistência às diversas doenças infecciosas, e à impotência sexual masculina devido à sua acção prejudicial sobre a circulação.

    Deixar de fumar

    É de todos sabido que não é tarefa fácil para de fumar definitivamente. Sobretudo os fumadores com vários anos de hábito e que consumam mais de 20 cigarros por dia, sentem extremas dificuldades em o conseguir. No entanto, há cerca de 5% por cento que conseguem parar definitivamente de um dia para o outro. Isso tem a ver com as características psicológicas e, segundo parece, com determinado perfil fisiológico, para além de ser necessário haver uma forte motivação.

    Como fazer?

    Medidas comportamentais:

    • Em primeiro lugar há que conscencializar as pessoas que não resulta o método muitas vezes adoptado de diminuir gradualmente o número de cigarros fumados. Mais tarde ou mais cedo volta-se ao número inicial, ou maior.
    • Também convém saber que está devidamente demonstrado haver muitos casos em que só ao fim de várias tentativas (sérias) durante um período que pode ir até quinze anos, se deixa definitivamente de fumar. Não se deve, portanto, perder a esperança. Deve-se ser persistente.
    • O primeiro problema com que se vai defrontar é o chamado síndroma de abstinência que é causado pele falta de nicotina no organismo. Isso vai provocar uma certa dose de mal estar físico e psíquico com que é preciso contar. É preciso até cerca um mês para ultrapassar estes sintomas, embora hajam alguns medicamentos que ajudam bastante, como veremos adiante.
    • Uma medida importante é o compromisso perante si mesmo e perante os outros de que vai parar. É conveniente escrever as suas intenções e as principais motivações, e eventualmente enviar cartas aos outros a informar da sua decisão. Isso vai fazer com que se sinta comprometido com a sua decisão.
    • Muitas situações que normalmente estão ligadas ao acto de fumar um cigarrro ou que causam especialmente a vontade de fumar devem ser evitadas. Reuniões com pessoas em locais onde se fume, ou alimentos como o café e o álcool devem também ser restringidos uma vez que aumentam a vontade de fumar. Um momento especialmente difícil é o final das refeições. Tente levantar-se e andar a pé durante algum tempo. Para além de o ajudar a esquecer o cigarro também faz algum exercício. · Nas ocasiões em que costumava fumar, por exemplo a ver televisão, mastigue pastilhas elásticas.
    • Recompense a sua luta no dia a dia. Experimente colocar num mealheiro todos os dias a quantia que costumava gastar em tabaco. Com esse dinheiro ofereça a si próprio alguns pequenos presentes que lhe saibam bem. Inscreva-se num ginásio ou numa actividade desportiva.
    • Muitas pessoas, principalmente as mulheres, têm especial receio de vir a engordar quando deixam de fumar. É verdade que uma em cada três pessoas que deixaram de fumar costuma aumentar de peso. No entanto, 90% dessas pessoas voltam ao peso normal ao fim de um a dois anos. Existem duas razões por que pode haver algum aumento de peso: por um lado, a falta de nicotina faz com que o metabolismo abrande e como tal o organismo "queime" calorias mais lentamente. Por outro, há uma certa tendência para compensar a falta do cigarro com a ingestão de doces, "snacks", e pequenas refeições frequentes. Será conveniente ter cuidado nesse aspecto e, caso não consiga resistir, ingerir alimentos de baixo teor calórico (saladas, aipo, cenouras cruas, outros vegetais, pipocas sem sal ou gordura, etc.)

    Ajudas medicamentosas

    O auxílio que hoje em dia já vários tipos de medicação podem fornecer, pode ser determinante no sucesso em deixar de fumar.

    Embora não haja nenhum produto com garantia absoluta de sucesso, existem vários estudos que indicam que o uso destes medicamentos podem duplicar ou mesmo triplicar as possibilidades de parar de fumar, quando comparados à paragem pura e simples sem mais coadjuvantes.

    São os seguintes os principais medicamentos disponíveis no mercado:

    • Hidroclorido de bupropionato (Zyban):

      Trata-se de um medicamento anteriormente utilizado como anti-depressivo mas que recentemente foi direccionado para o tratamento do tabagismo, com resultados bastante encorajadores. Tem a vantagem de não possuir nicotina, embora possa ser associado com os produtos que a contêm aumentado dessa maneira a percentagem de sucesso terapêutico. Ainda não se conhece bem o mecanismo de actuação deste medicamento no tabagismo, pensando-se que possa actuar a nível dos receptores cerebrais da nicotina, ao mesmo tempo que o seu efeito anti-depressivo auxilia na dificuldade psicológica da desabituação. A sua eficácia pode ir aos 30% de taxa de sucesso, devendo ser sempre tomado com acompanhamento médico.

    • Adesivos (patches) de nicotina (Nicotinel):

      São pensos de aplicação diária que contêm doses variáveis de nicotina, o que vai diminuir o desejo de fumar causado pela carência desta substância a nível dos receptores do sistema nervoso. São fáceis de aplicar (um por dia numa zona do corpo sem pêlos) mas deve-se ter cuidado em evitar fumar uma vez que a nicotina do cigarro se vai acumular com a libertada pelo adesivo.

    • Pastilhas de nicotina (Nicorette):

      Neste caso a nicotina é absorvida através da mucosa oral, sendo a dose administrada proporcional ao número de pastilhas elásticas mastigadas. Embora não tão eficazes como os adesivos, são uma bom auxílio na desabituação, uma vez que o acto de mastigar pode substituir de certo modo o acto de levar o cigarro à boca e ajudar a "distrair" o espírito.

    • Inaladores de nicotina

      Já comercializados nos Estado Unidos, tratam-se de cargas de nicotina que são inseridas num tubo com a forma de um cigarro e que são aspirados como se estivesse a fumar. A eficácia é sobreponivel à dos adesivos, talvez com a vantagem adicional de simular melhor o acto de fumar, podendo assim contribuir para diminuir a dependência psíquica.


    Parar de fumar é de facto uma tarefa difícil e que muitas vezes falha. O principal factor de sucesso é uma forte motivação individual, que, associada aos métodos de apoio terapêutico e medicamentoso pode levar ao abandono definitivo do tabaco. Durante o primeiro mês deve contar com os efeitos físicos da desintoxicação que atingem o pico por volta da 2ª semana. Ao fim de um mês apenas resta a dependência psíquica devida à falta de nicotina. É por isso que frequentemente se deve manter o tratamento de substituição durante períodos mais ou menos longos.


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    publicado por 28rapaz28 às 12:40
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