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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2006

ARKEOLOGIA ARKEOLOGIA 01

 

GLOSSÁRIO

   ACERTAR O CORTE – Acção de bater com a picareta na cabeça do Arqueólogo que se posicionou atrás em atitude cusca (há sempre um, pelo menos).

ACOMPANHAMENTO DE OBRA – Ficar do outro lado da moita para quem está a “mandar o fax”, não ser apanhado “com as calças na mão”.

AMESTRADO – Como o próprio nome indica, trata-se de um arqueólogo antes de concluir o mestrado.

ARQUEÓLOGO – Categoria profissional que se distingue por exibir um grau extremo de “cusquitis macabrus” . É capaz de passar meses a esgravatar na terra só para saber da vida de pessoas que já morreram há muito tempo. Para um arqueólogo, só uma coisa o pode desviar desta doentia actividade: tentar saber da vida de outro arqueólogo.

BÁCULO – Leitão num Restaurante Chinês.

BIFACE – Existem alguns na comunidade arqueológica, como em todas as profissões (normalmente chamados de vira-casacas ou troca-tintas). Para os nossos apaixonados, ingénuos e honestos arqueólogos fica o aviso: "Cuidado! Um golpe de Biface pelas costas pode matar!!!".

BRONZE FINAL – Praia de Monte Gordo por volta das três da tarde. CERÂMICA BÉTICA – Cerâmica produzida na zona de Cascais, antes da invenção dos chás de caridade, dos tapetes de Arraiolos e das festas do Jet-Set.

CERÂMICA CAMPANIFORME – Cerâmica que, na sua génese, era suposto ter a forma de uma campa. No entanto, por manifesta falta de jeito dos artesãos (só conseguiam formas arredondadas) e de paciência dos chefes das tribos, acabou por ficar com a forma com que hoje a vamos encontrando.

CERÂMICA CARDEAL – Cerâmica de rara qualidade, o seu uso só era permitido às altas individualidades do clero.

CERÂMICA COMUM – Todo o fragmento de cerâmica que, ao ser encontrado por um arqueólogo, é enquadrado na classe “que raio de bosta é esta?”. CERÂMICA SIGILLATA – Cerâmica feita em segredo. CERÂMICA VIDRADA – Cerâmica inventada pelos Árabes, era produzida após inalação de substâncias ”inebriantes”.

 CONGRESSO – Ritual arqueológico que engloba dois espaços: Auditório – Área de entretenimento em que se paga para ver concursos de ofensas entre Arqueólogos; Corredores – Zona muito mais frequentada onde, nos intervalos da cusquice, por vezes se fala de Arqueologia.

CORDA SECA PARCIAL – Corda húmida.

 CORDA SECA TOTAL – Corda podre. COTAS - ...são cotas! CUSQUICE – Espécie de relatório de escavação mas que difere deste no seguinte: é publicado diariamente; chega a toda a comunidade arqueológica em menos de um dia; interessa a todos os Arqueólogos e não consta que haja algum em atraso.

 DEFINIR CAMADA – Perguntar a um Arqueólogo o que bebeu na noite anterior. ENTESAR – Acto de elaborar uma tese.

 ESTAÇÃO TOTAL – Espaço de tempo que decorre entre um Solstício e um Equinócio e vice-versa. ESTUDO DE IMPACTO – Tarefa executada por Arqueólogo quando quer testar a quantidade de pancada que aguenta.

ESTUDO DE MATERIAIS – Acção desenvolvida pelos Arqueólogos no primeiro dia de campanha, à medida que vão chegando os voluntários.

FRACTURA RECENTE – Aspecto da cabeça de um Arqueólogo logo após o "acerto do corte" (ver acima).

FÓSSIL DIRECTOR – Termo que designa certos directores de escavação que, devido à sua idade avançada, passam os dias de escavação (nas raras ocasiões em que vão ao campo) sentados à sombra (numa cadeirinha desmontável que trouxeram de casa) a “comandar as operações”. I

NSEMINAR – Embrenhar-se na feitura do famigerado “trabalho de seminário”. I.P.A. - (Instituto Paleo-Arqueológico) - Estrutura administrativa regida por sua vez pelo C.I.P.A (Controle do Instituto Paleo-Arqueológico). 

LASCA – Com um pouco de sorte, há sempre pelo menos uma na escavação. No entanto, no caso deste apreciado "artefacto", o processo normal de "trabalho" sofre algumas alterações. Dito isto, aqui fica o encadeamento cronológico usual nestas situações:             1 – Estudo de materiais (esta fase pode ser aproveitada para tirar as medidas e cotar a “peça”)       

      2 – Aquisição de conhecimentos (se necessário, recorrer ao uso de um precioso auxiliar de estudo: a “mine”)       

      3 – Marcação (cuidado com o verniz)       

      4 – Colagem (esta é uma fase muito delicada pois o uso de demasiada cola pode provocar rejeição)           

  5 – Isolamento do “artefacto” (há várias opções possíveis: um passeio pelo campo, uma noite de insónia, uma indisposição à hora de ir para os copos, etc.)           

  6 – Verificação da qualidade do material (a técnica mais usada é a “apalpação”)          

   7 – Escavação (o valor do “artefacto” requer grande perícia no uso do pincel)            

 8 – Remontagem (como é óbvio, depende do sucesso da fase anterior) Nota: Este método, apesar de muito experimentado, não dá quaisquer garantias de sucesso devido à especificidade do material, cujas características podem mudar a qualquer momento, e ao facto de os vossos conhecimentos arqueológicos, por muito sólidos e fundamentados que sejam, não serem de todo para aqui chamados. LICENÇA SABÁTICA – Artifício administrativo que permite a um professor ficar livre dos alunos por uns tempos. Este nome quer dizer que “passa a ser Sábado todos os dias” (é por isso que nunca ninguém ouviu falar de uma “Licença Segundafeirica”).

 MIGÁSTZIO – Expressão utilizada sempre que um Arqueólogo encontra um fragmento de cerâmica.

NÍVEL – Vai baixando à medida que dois Arqueólogos vão conversando.

PICO - Gosta de ser agarrado por trás com força e atirado de encontro à parede ou ao chão. Nessas alturas entra em estado de grande excitação e é até capaz de fazer tudo em cacos. Pode tornar-se perigoso para um arqueólogo se o apanhar pelas costas mas não representa grande ameaça para as arqueólogas que, embora por vezes com pena, nunca poderão desfrutar de todos os seus atributos. PINCEL – Utensílio de escavação de formato alongado, mais largo numa das extremidades. Pode apresentar tamanhos maiores ou mais pequenos e algumas variantes no formato, mas no fundo, servem todos para o mesmo. É frequente, numa escavação, os arqueólogos usarem o pincel do vizinho do lado. No entanto, cada um sabe onde está o seu e gosta de o ter sempre à mão.

P.N.T.A. - Projecto de trabalhos arqueológicos cuja sigla significa: "Para Não Ter Apoio". Muitos arqueólogos, talvez por não estarem ao corrente deste facto, queixam-se de nunca lhes ser atribuído subsídio para os seus trabalhos de investigação, atribuindo as culpas ao IPA (ver acima). Meus amigos: estão no projecto errado! Candidatem-se já ao programa

 P.T.R.D.C.C.F.V.E.U.M.P.A. (Para Ter Rios de Dinheiro, Comprar Carros, Fazer Viagens e Escavar Um Mês Por Ano). Não sabem como se concorre? Eu também não! Se soubesse, acham que estava aqui fechado em casa a escrever estas coisas!?

RELOCALIZAÇÃO – Tarefa executada por coleccionadores com detector de metais. As peças localizadas nos sítios arqueológicos, passam a localizar-se em casa dos próprios.

REMONTAGEM – Acontece quando dois (ou mais) Arqueólogos se encontram e confrontam as cusquices na tentativa de descobrir qual das versões (normalmente tantas quantos os presentes) é a autêntica.

RE-MONTAGEM – Coitus interruptus interruptus. SIGLA – Designação referente à utilização de iniciais de modo a simplificar a articulação de certas designações assaz complicadas. Seguem-se algumas siglas que vêm tornar mais fácil e acessível o acesso à hermética linguagem dos arqueólogos:

M.N.V.C. – Massa Nuclear Volumetricamente Conformada (vulgo Núcleo)

P.L.C.V. – Produto Lascivo de Conformação Volumétrica (vulgo Lasca)

D.E.C.V. – Detrito Estilhaçóide de Conformação Volumétrica (vulgo Esquírola)

U.E.F.F.R. – Utensílio de Extremidade Formatada para Função Raspante (vulgo Raspadeira)

R.U. – Reconformação Utensilizante (vulgo Retoque)

 P.L.C.V.R.U. – Produto Lascivo de Conformação Volumétrica com Reconformação Utensilizante (vulgo Lasca Retocada) U.E.F.F.R.S.P.L.C.V.R.U. – Utensílio de Extremidade Formatada para Função Raspante Sobre Produto Lascivo de Conformação Volumétrica com Reconformação Utensilizante (vulgo Raspadeira sobre lasca retocada)

 VIRIATO – Alcunha dada a um guerreiro da antiguidade, de seu nome Manel Jaquim (vulgo “Blé”), quando tentou explicar aos seus companheiros de armas uma nova técnica de amarrar os prisioneiros por si inventada (viro-e-ato).   Topo da página   CURIOSIDADES:   O MELHOR SÍTIO PARA UM ARQUEÓLOGO DORMIR – Durante a defesa da tese de outro Arqueólogo. ZONA DA ESCAVAÇÃO COM MAIOR DENSIDADE DE MATERIAIS – O quadrado do lado. O CACO ESTÁ SEMPRE exactamente no sítio onde vai bater o pico. O MELHOR MOMENTO DA ESCAVAÇÃO – A “mine” entre o campo e o banho. O PIOR MOMENTO DA ESCAVAÇÃO – O banho. FRASES ESTRANHAS QUE PODEM SER OUVIDAS NO DECORRER DE UMA ESCAVAÇÃO:     "Sai do meu buraco"     "Já meti o dedo onde não devia"     "Empresta-me o teu mija-mija"     "Tenho aqui uma coisa dura"     "Eu vejo a tua e tu depois vês a minha"     "Posso usar o teu pincel?"     "Quem é que partiu o pico?"     "Tira-me as medidas"     "Fazer uma raspagem"     "Levantar o morto"     "Pôr o menir em pé"     "Cotas novas"     "Cota na pedra" (outras cotas possíveis: "cota no caco"; "cota na chapa"; "cota na brasa"; etc.)     "Baixa o nível" (ou "sobe o nível")     "Quem é que me partiu o maxilar?"     "Tenho um gajo enterrado aqui no meio"     "O teu buraco está cheio de terra" (Resposta: "Quem é que tem terra no buraco!?"     "Já Bolhei o nível!" (Resposta: "Eh pá, então seca-o depressa e, já agora, assoa-te!")     "Está aqui uma folha de loureiro!" (Resposta: "Olha, apanha que o jantar hoje é bife!")     "Isto é um achado isolado!" (Resposta: "Então parte-o! Sempre ficam dois achados acompanhados!") Um arqueólogo marinho australiano julga ter descoberto uma nau portuguesa afundada em 1583 no estreito de Malaca durante uma batalha naval. Em declarações ao diário "The Star" de Kuala Lumpur, Michael Flecker, muito conhecido pela suas explorações arqueológicas na região, afirma ter feito a descoberta no ano passado mas não revelou a sua localização para evitar que fosse alvo de pilhagens. Flecker garante que o navio se encontra entre Pulau Upeh e Pulau Panjang, uma faixa marítima pertencente à Malásia, onde diz ter encontrado outras duas embarcações cuja antiguidade está ainda por estabelecer. Quanto à nau portuguesa, o arqueólogo presume que possa ter sido comandada por Luís Monteiro Coutinho e afundada durante um combate naval com navios de Achém (Aceh, Indonésia). O arqueólogo, que detectou os navios afundados com tecnologia sonar e confirmou a descoberta com mergulhos, documenta o achado com uma série de fotografias de canhões, balas, ossos de animais e várias peças quebradas de porcelana da dinastia Ming. Flecker, que planeia recomeçar em breve as suas prospecções, admite que a zona seja uma espécie de "cemitério" que contenha mais naves. Espera que, a partir delas, se possa conhecer melhor o papel desempenhado no passado pelo estreito de Malaca - que liga o oceano Índico ao Mar da China meridional e é partilhado pela Malásia, Indonésia e Singapura - e por Portugal, que conquistou o território em 1511. Cabe agora ao Governo da Malásia aprovar a continuação das explorações dentro das suas águas territoriais e Frecker disse ter apresentado relatórios das suas descobertas ao governo de Kuala Lumpur. Na capital da Malásia, o ministro da Cultura, Artes e patrimómio, Datuk Seri Rais Yatim, confirmou ter conhecimento da descoberta e do progresso das prospecções.

publicado por 28rapaz28 às 09:56
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